Expectativa de Evolução da Prevenção do Erro com o Advento das Tecnologias Digitais

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09/11/2017 às 9h – Auditório SAE BRASIL – CEBI

Expectativa de Evolução da Prevenção do Erro com o Advento das Tecnologias Digitais

Alinhar os esforços tecnológicos e as soluções SMART para obter ganhos significativos de produtividade, qualidade e eficiência resulta em aumento de produção e melhoria nos índices de qualidade com redução de erros e desperdícios. Velocidade, instantaneidade e acuracidade são chaves na tratativa dos dados capturados nas plantas produtivas. Para potencializar a prevenção do erro há que se desvendar novas dimensões na avaliação de potenciais modos e efeitos de falha sobre os processos produtivos e seus recursos ativos, humanos e materiais. Neste Painel, não por acaso coincidente com o Dia Mundial da Qualidade, especialistas comporão a nova visão deste processo.

Convidados:
“A Qualidade como fator preponderante no ganho da Produtividade e a Industria 4.0 de uma maneira simples”
Danilo Lapastini
CEO, Hexagon Manufactruing Intelligence

“Expectativa de Evolução da Prevenção do Erro com o Advento das Tecnologias Digitais”
Emerson Huada
Gerente de Qualidade, Mercedes-Benz do Brasil

“Inteligência Artificial: Redefinindo a Inspeção de Qualidade na Indústria”
Jorge Gripp
Co-fundador & CTO, Autaza

Mediador:
Marcio F. Migues
Acadêmico, Academia Brasileira da Qualidade

Indústria 4.0: jornada para cloud com transformação digital

nuvem

*João Alfredo Pimentel

Estamos em franca transformação digital e a indústria 4.0 no Brasil tem ainda longo caminho a percorrer em vários setores da economia de forma gradual e disruptiva.

Somados ao potencial combinado de tecnologias como a Internet das Coisas (IoT), Big Data, Analytics, Aprendizado de Máquina, cloud computing, computação cognitiva e inteligência artificial, robótica, entre outros, esta nova revolução tecnológica agrega redução de custos, ganhos de eficiência e receita adicional provocada por novos modelos de negócios.

Cunhado em Hannover, na Alemanha, durante evento em 2011, o termo indústria 4.0 foi citado pela primeira vez por um grupo de pesquisadores que fez algumas recomendações ao governo alemão e, dois anos mais tarde, a indústria 4.0 começou, de fato, a ser desenvolvida naquele país. Desde então, este é um processo em expansão. Assim como o governo alemão, outros países e grandes companhias já despertaram para o valor da Indústria 4.0.

 Tais ganhos proporcionam ainda crescimento econômico, o potencial de geração de Valor da Industria 4.0 no mundo, provocará forte geração de empregos qualificados e elevação da qualidade de vida.

De acordo com vários institutos de pesquisa em 10 anos, 49% dos empregos tradicionais que conhecemos não existirão e 40 % das empresas que conhecemos também não estarão no mercado, devido à forte pressão das tecnologias disruptivas combinada com modelos de negócios inovadores.

Justamente por estes motivos que precisamos nos posicionar a respeito e pensarmos em um modelo de desenvolvimento adequado ao nosso País que nos torne cada vez mais competitivos e mais produtivos.

Estamos diante de uma nova revolução tecnológica, a quarta revolução industrial combinada com tecnologia de nuvem, com o uso de redes inteligentes capazes de agendar manutenções de máquinas, prever falhas em processos e propor mudanças na produção. Há uma descentralização do controle dos processos produtivos e o uso em escala de dispositivos inteligentes interconectados só tende a crescer. Essas mudanças ao longo de toda a cadeia de produção e logística são profundas e agregam eficiência para diversos setores como saúde, energia, transporte, logística, varejo, construção, agronegócio e manufatura.

Tal qual a proliferação de aparelhos celulares hoje em dia, o que era impensado há 20 anos para a maior parte dos brasileiros, para se tornar uma realidade, a Indústria 4.0 necessita de investimentos em tecnologias emergentes de TI, Cloud Computing, automação e na Internet das Coisas. A boa notícia é que a maior parte dessas tecnologias já estão disponíveis, por exemplo Cloud Computing como primeiro passo para as empresas iniciarem sua jornada para a transformação digital dos seus negócios. O próximo passo é tornar estas inovações conhecidas e acessíveis a todos, nas mais diversas verticais de negócios.

Temos pela frente uma verdadeira jornada iniciando com a migração para Cloud Computing, aliviando as corporações de investimentos pontuais, trazendo uma forte redução dos custos, liberando tempo e recursos das áreas de tecnologia e operações para focarem na transição gradativa para que a Indústria 4.0 possa ganhar terreno durante a crise e na retomada da economia.

Não devemos temer o aumento do desemprego com o avanço da automação, por exemplo. Devemos educar e qualificar nossa mão de obra para que estes profissionais possam trabalhar na outra ponta da cadeia de valor: no desenvolvimento, programação e gestão de toda essa tecnologia.

O perfil dos trabalhadores está mudando em todo o mundo, e o Brasil precisa se adequar ao novo cenário rapidamente, em uma agenda positiva de aumento de produtividade e inovação. Se não investirmos na educação e qualificação das pessoas, com foco em tecnologia, vamos assistir passivamente os nossos postos de trabalhos manuais serem preenchidos por computadores e máquinas com robótica integrada com inteligência artificial e aprendizado de máquina.

É hora de abusarmos da criatividade e aprendermos a tomar decisões de modo rápido e a solucionar problemas. Por mais avançadas que possam ser, as máquinas ainda precisam de pessoas, de programadores, engenheiros, técnicos e inteligência. As pessoas estão na base de todo este processo.

Se bem aplicada e gerenciada, a tecnologia Cloud Computing e Transformação Digital são as alavancas para melhorar o desempenho das operações, reduzir custos, aumentar a produtividade, aumentar as vendas e ajudar a sair da crise fortalecido. A tecnologia de Cloud Computing combinada com Transformação Digital catalisa o aumento da demanda por produtos customizados, gerando uma melhor experiência para os consumidores e um aumento da satisfação.

Todos têm a ganhar na jornada para Cloud com Transformação Digital.

* João Alfredo Pimentel é fundador da CorpFlex, especializada em soluções de Cloud Corporativa e outsourcing de TI

Fonte: https://canaltech.com.br/computacao-na-nuvem/industria-40-jornada-para-cloud-com-transformacao-digital-100956/

Expectativa de Evolução da Prevenção do Erro com o Advento das Tecnologias Digitais

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Alinhar os esforços tecnológicos e as soluções SMART para obter ganhos significativos de produtividade, qualidade e eficiência resulta em aumento de produção e melhoria nos índices de qualidade com redução de erros e desperdícios. Velocidade, instantaneidade e acuracidade são chaves na tratativa dos dados capturados nas plantas produtivas. Para potencializar a prevenção do erro há que se desvendar novas dimensões na avaliação de potenciais modos e efeitos de falha sobre os processos produtivos e seus recursos ativos, humanos e materiais. Neste Painel, não por acaso coincidente com o Dia Mundial da Qualidade, especialistas comporão a nova visão deste processo.

Convidados:
“A Qualidade como fator preponderante no ganho da Produtividade e a Industria 4.0 de uma maneira simples” 
Danilo Lapastini 

CEO, Hexagon Manufactruing Intelligence

“Expectativa de Evolução da Prevenção do Erro com o Advento das Tecnologias Digitais” 
Emerson Huada 
Gerente de Qualidade, Mercedes-Benz do Brasil

“Inteligência Artificial: Redefinindo a Inspeção de Qualidade na Indústria” 
Jorge Gripp 
Co-fundador & CTO, Autaza

Mediador:
Marcio F. Migues 
Acadêmico, Academia Brasileira da Qualidade

I Engrenagens – Usinagem e Tratamento Térmico

engrenagens

Reunindo pela primeira vez no Brasil os fabricantes de engrenagens com fornecedores de bens e serviços do setor, foi realizado em 27 e 28 de Setembro o I Engrenagens – Usinagem e Tratamento Térmico. Durante os dois dias do evento, realizado no auditório da FACENS – Faculdade de Engenharia da Sorocaba, mais de 120 participantes tiveram a oportunidade de debater sobre as questões ligadas à fabricação da engrenagem: a usinagem e o posterior tratamento térmico.  Os presentes ao evento puderam presenciar palestras de alto nível que motivaram questionamentos e discussões, comprovando o acerto da decisão pioneira do Grupo Aprenda em reunir em um só evento duas atividades complementares na fabricação de engrenagens, a usinagem e seu tratamento térmico.  Danilo Lapastini ministrou sobre a Indústria 4.0.