Dona do Google cria nova empresa para desenvolver carros autônomos

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Chamada de Waymo, nova companhia faz parte da Alphabet.
Empresa não deve produzir carro próprio, mas licenciar tecnologia.

O projeto de carros autônomos do Google será conduzido por uma nova empresa, Waymo, independente da gigante da internet, mas dentro da Alphabet, disseram executivos nesta terça-feira (13).

O nome Waymo é uma menção às palavras em inglês “way” e “mobility”, ou caminho e mobilidade, na tradução livre para o português.

 

VEÍCULO AUTÔNOMO

O anúncio representa um passo crucial no desenvolvimento do programa de alto padrão do Google, que agora está em seu sétimo ano. Ele já esteve na dianteira da tecnologia autônoma, mas enfrenta um aumento da competição de rivais.

“Isso é a indicação da maturidade de nossa tecnologia”, disse o presidente-executivo do projeto, John Krafcik, a repórteres.

“Nós podemos imaginar nossa tecnologia de direção autônoma sendo usada em todos os tipos de áreas”.

Nada de ‘carro do Google’
De acordo com a agência de notícias Associated Press, o projeto de criar um carro autônomo próprio deve ser abandonado pela Alphabet. Em seu lugar, a tecnologia criada pela Waymo deve ser licenciada para outros fabricantes.

Alguns passos já haviam sido dados nessa direção quando o projeto ainda estava dentro do Google. Em maio último, a empresa anunciou uma parceria com a Fiat Chrysler.

Desde 2009, o Google testa a tecnologia de carros autônomos. Foram mais de 3,7 milhões de km rodados pelos Estados Unidos. Em agosto passado, a empresa contratou um executivo do Airbnb para chefiar o projeto, depois que o líder, Chris Urmson, deixou o Google.

 

Fonte: G1-Reuters

Vai exportar? Precisará de cerificado de Origem?

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A área de Certificação de Origem tem como objetivo fornecer aos exportadores um dos principais documentos no processo de exportação, beneficiando o exportador brasileiro com a redução ou isenção do imposto de importação nos países com os quais o Brasil possui acordos de comércio.

Por meio do CIESP, o nosso time de profissionais de comércio exterior está presente em todo o Estado de São Paulo para assistência à Certificação de Origem.

A plataforma e-COOL, tecnologia da FIESP, proporciona o que há de mais moderno e seguro na emissão dos Certificados de Origem. A Entidade lidera as emissões do documento em todo o país e a nossa qualidade técnica é reconhecida internacionalmente.

Para acessar o e-COOL, sistema da FIESP para a Certificação de Origem, por gentileza, acesse:
www.certificadoecool.com.br

Para ter acesso aos acordos comerciais que o Brasil faz parte, por gentileza, acesse a página do MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, por meio do link:
http://www.desenvolvimento.gov.br//sitio/interna/interna.php?area=5&menu=405

Além do Certificado de Origem, a área também administra a Declaração de Livre Venda – DLV. Um documento que visa apoiar aos exportadores brasileiros no acesso à mercados externos, tão somente para produtos destinados ao uso ou consumo humano ou animal, desde que possuam registro ou isenção (comprovadamente) de registro na ANVISA ou no MAPA. Entretanto, o documento pode ou não ser aceito pelo país importador. Recomendamos, sempre, que o exportador verifique quais os requisitos exigidos pelo país importador para desembaraçar seus produtos.

Para solicitar a DLV e/ou obter outras orientações, por gentileza, entre em contato com o nosso time por meio do canal: certificadodeorigem@fiesp.com.br ou (+5511) 3549.4665 | 4302.

A equipe está à disposição de segunda à sexta-feira das 08h30 às 17h30 (não disponível nos feriados, pontes de feriados, nem aos sábados e domingos).

Observe abaixo os preços atualizados dos Serviços de Comércio Exterior disponíveis:

Manutenção e Calibração de Seus equipamentos? Vale a pena ler com atenção!

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Sabe aquele velho chavão que diz: O barato sai caro?

Isto vem se tornando uma constante, os fabricantes vem se deparando diariamente com máquinas paradas, que foram “entregues” a profissionais totalmente desqualificados, as quais na maioria das vezes,  sequer possuem uma sede física, são somente empresas virtuais, oferecendo serviços supostamente homologados por fabricantes, com selos de qualidade INMETRO – RBC, sem que os fabricantes se quer os conheçam. De tal forma, que obviamente seus preços são muitas vezes 40..50% abaixo dos fabricantes. Como podem fazer um serviço de excelência?

No caso específico de máquina e equipamento de alta precisão, a calibração deveria ser encarada com a maior seriedade, assim como a manutenção preventiva, porém o que temos visto em muitos casos, é exatamente ao contrário, assim que termina o prazo de garantia, algumas empresas acabam priorizando apenas o preço, esquecendo que estão colocando em risco, não só seu patrimônio, no caso os próprios equipamentos e máquinas, como em muitos casos seu nome, produto e qualidade, e o que  mais chama a atenção nas organizações, é o fato de gastarem uma verdadeira fortuna na aquisição das máquinas e equipamentos, e depois economizarem o máximo em manutenções e calibrações.

Portanto seguem algumas dicas importantes para “não comprarem gato por lebre”:

  • Sempre que possível faça o pacote de serviços com o respectivo fabricante da máquina em questão. Negocie preços, mas lembre-se, você investiu muito para ter aquela máquina/equipamento, será que agora vale economizar alguns reais, os quais dividindo por 12 meses, acabam sendo quase que imperceptíveis.
  • Faça manutenções Preventivas ou Preditivas, depois passe a medir o ROI (retorno do investimento), você ficará surpreso.
  • Não de os famosos jeitinhos, coloque peças genuínas, negocie com o fabricante.

Mas, se mesmo assim, você não se convenceu e ainda quer tentar colocar seu equipamento nas mãos de terceiros, siga os seguintes passos:

  • Faça uma visita de auditoria técnica nas instalações da empresa
  • Solicite um balanço patrimonial (se a mesma danificar seu equipamento permanentemente, terá condições de pagá-lo?)
  • Exija certificados de treinamentos efetuados em fabricantes (e ligue para os fabricantes verificando a autenticidade dos mesmos)
  • Se a empresa ofertar serviços com selos RBC ou outros, exija uma cópia da certificação.
  • Certificado e procedência dos padrões e softwares que serão utilizados. Em caso de correção geométrica por exemplo, a empresa possui o software para corrigir o mapeamento da máquina? Se sim, exija a NF de compra do mesmo, pois em caso de pirataria, você é corresponsável e a lei é muito dura neste sentido.
  • Se após todos estes passos, a empresa em questão for aprovada, faça um contrato com cláusulas de multas severas em caso de descumprimento, pirataria, danos ocasionados a máquina /equipamento, etc.

Se a mesma atender a todos estes requisitos, creio que estará protegido, caso contrário, pague um pouco a mais e faça com quem realmente esteja apto a mexer em seu equipamento.

Indústria faz mapa do emprego para os próximos quatro anos

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Quem procura trabalho precisa ficar atento às necessidades do mercado. Serão 13 milhões de brasileiros precisando se qualificar entre 2017 e 2020

A indústria fez um mapa do emprego para os próximos quatro anos. Serão 13 milhões de brasileiros precisando se qualificar entre 2017 e 2020, segundo estudo feito pela Confederação Nacional da Indústria, a pedido do Senai.

O primeiro emprego do estudante Lucas Freitas deverá ser na indústria. Pelo menos é o que ele planeja. O jovem tem 19 anos e está quase terminando um curso de eletrotécnica no Senai: “Quando terminei o ensino médio, ao invés de começar a trabalhar, eu preferi me qualificar pra me colocar de uma maneira melhor no mercado de trabalho e ter um emprego melhor”.

Um acidente de trabalho abriu um novo caminho para Luciano Gomes Caldas. Ele está de licença médica e descobriu que o INSS tem uma parceria com o Senai e está fazendo o curso técnico de qualificação de graça. O investimento é para mudar de função e de salário: “Eu estava vendo as portas do mercado se fecharem muito por causa da desqualificação. Aproveitei essa oportunidade para poder crescer”.

Quem está à procura de trabalho precisa ficar atento às necessidades do mercado, descobrir onde há mais chances de emprego e as funções que pagam mais. A indústria que oferece a vaga busca um trabalhador capacitado e na hora de retomar o crescimento o país vai precisar de gente que saiba fazer a máquina funcionar.

“Desses 13 milhões, um em cada quatro vão ser pra vagas novas, que representa 28%. Já 72% são de requalificação”, explica Rafael Lucchesi, diretor geral do Senai.

Segundo a pesquisa, entre as áreas que vão precisar mais de trabalhadores estão: construção, meio ambiente e produção, indústria metal-mecânica e de alimentos. As ocupações mais procuradas serão: mecânicos de manutenção de veículos e operadores de processamento de alimentos.

Confira alguns locais que oferecem cursos técnicos pelo Brasil:

Senai:www.portaldaindustria.com.br/senai/unidades/

Veja a lista de cursos com vagas abertas do SENAI e comece 2017 estudando

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Levantamento feito pela Agência CNI de Notícias mostra que há vagas em todas as regiões do Brasil. Há opções de cursos de curta duração, técnicos e até pós-graduação. Veja no mapa!

Se estudar está nos seus planos para 2017, então você está nos planos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). É que o SENAI está com vagas abertas para cursos em todas as regiões do Brasil. Você pode escolher entre as opções de curta duração, cursos técnicos ou até mesmo os de pós-graduação. E claro, há também inúmeras vagas para você que quer estudar sem sair de casa com os cursos a distância.

Na dúvida sobre qual curso escolher, vale a pena dar uma conferida nas seis áreas que mais vão contratar trabalhadores com qualificação técnica até 2020. No topo da lista, aparece o setor de Alimentos. São esperadas mais de 830 mil oportunidades nos próximos quatro anos, somadas as novas vagas e a necessidade de qualificação de profissionais que já atuam no mercado de trabalho. Confeiteiros, salgadeiros e operadores de processamento de alimentos devem se capacitar para ocupar este espaço nas indústrias de todo o país. No Ceará, por exemplo, há opções de cursos nessa área nesse último levantamento de vagas feito pela Agência CNI de Notícias.

A lista das áreas que mais vão demandar profissionais qualificados inclui ainda:Metalmecânica, Vestuário e Calçados, Construção, Veículos e Energia. Para o  jornalista Iberê Tenório, criador do Manual do Mundo, um dos maiores sucessos da internet, quem faz um curso de educação profissional, pode mais. “É, sim, uma ótima escolha. Fazendo um curso, você sai da escola com uma profissão consolidada, ganhando bem e com uma ideia muito boa de carreira. Esse é um caminho muito legal para os jovens seguirem”, diz.

Por Sirlei Pires
Com informações das federações das indústrias
Foto: Adriano Machado / CNI
Da Agência CNI de Notícias