O Manufatura-Inteligente apoiando a Casa Hope

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Um Trabalho maravilhoso, vem sendo desempenhado a 20 anos pelas fundadoras da Casa, Cláudia Bonfiglioli e Patrícia Thompson. A entidade é 100% filantrópica, e atende atualmente cera de 200 crianças, jovens, adolescentes, além do apoio as famílias dos mesmos.

“Para nós do Manufatura-Inteligente, é uma honra e um grande prazer, apoiarmos uma causa tão nobre”, diz Danilo Lapastini, Diretor do grupo de Mídia.

Para conhecer Melhor esta lindo e importantíssimo trabalho, acesse:

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São Bernardo do Campo, 07 de novembro de 2016
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Ilmo. Sr.
Danilo Lapastini Vice-Presidente Hexagon Manufacturing Intelligence – South America

Prezado Sr. Danilo:

Durante quatro dias, o Centro Universitário FEI reuniu personalidades, profissionais de mercado, executivos de multinacionais, jornalistas e seus próprios professores, pesquisadores e alunos em um grande evento que teve como objetivo principal discutir a inovação, tendo como pano de fundo a internet das coisas, tecnologia tão presente nos processos atuais de manufatura, em novos negócios e em economia criativa. Este primeiro Congresso é parte de uma agenda de temas para discussão de desafios mundiais a serem enfrentados pela sociedade e atingiu todas as nossas expectativas. A qualidade dos debatedores e a abrangência dos diálogos proporcionou aos nossos estudantes e docentes oportunidade única de aprendizagem das tendências nacionais e mundiais, bem como uma rica troca de experiência, só possível por meio de uma interação como esta. Não temos dúvida do impacto positivo das discussões para a formação dos estudantes, capacitando-os para a melhor compreensão do processo de inovação e, futuramente, para melhor geri-los. Desta forma, gostaria de agradecer sua valiosíssima contribuição disponibilizando seu tempo e abrindo-se para o diálogo sobre experiências e expectativas, o que fortaleceu o nosso projeto de formar os futuros líderes engajados no avanço da qualidade de vida da sociedade brasileira e mundial. O Congresso de Inovação 2016, durante seus 4 dias, contou com a presença de aproximadamente 4 mil participantes – entre representantes das indústrias, órgãos públicos, professores e alunos – e 5.600 visualizações de internautas que acompanharam online a transmissão do evento. A nova edição do Congresso já está marcada para os dias 9, 10 e 11 de outubro de 2017. Compartilho consigo a fala do Exmo. Sr. Gilberto Kassab, Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, que marcou presença no último dia do evento, ao parabenizar a iniciativa da Instituição na realização do Congresso: “A FEI tem demonstrado ao longo de sua história o quanto acredita em nosso país. Os resultados em pesquisas e desenvolvimento de projetos que seus alunos e ex-alunos tem apresentado mostram que é só com investimento em inovação, pesquisa e tecnologia que conseguiremos voltar a crescer; e são em instituições como a FEI que encontraremos essa saída para a retomada do desenvolvimento”.

Ficamos honrados com sua presença e esperamos tê-lo como parceiro em novas oportunidades.

Cordiais saudações.

Prof.ª Dr.ª Rivana Marino Vice-reitora de Extensão e Atividades Comunitárias

OLIMPÍADA DO CONHECIMENTO SENAI

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Com patrocínios da Hexagon Manufacturing Intelligence, SKA, Autêntica Engenharia, ROMI, Sandvick, entre outras, esta semana acontecerá em Brasília,  a Olimpíada do Conhecimento, esta que é a maior competição de educação profissional das Américas. O torneio, promovido a cada dois anos, reúne estudantes de cursos técnicos e de formação profissional do SENAI e dos Institutos Federais de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (IF).

Na competição, que em 2016 será realizada de 10 a 13 de novembro, são avaliados os conhecimentos teóricos e práticos, as habilidades intelectuais e as atitudes consideradas essenciais para o exercício profissional competente, além do resultado final: produtos de projetos-teste desenvolvidos em uma situação real de mercado nas diversas ocupações.

Para maiores informações, acesse: http://www.mundosenai.com.br/eventos/olimpiada-do-conhecimento/

 

No ar, nossa primeira Revista Eletrônica

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O tema manufatura avançada, indústria 4.0, manufatura inteligente, ou quaisquer outros nomes dados a esta nova era da manufatura, vem ganhando força dia a dia, porém ainda existem muitas dúvidas sobre quais as vantagens que tais tecnologias poderão trazer para as indústrias em geral. Esperamos que tanto nosso Site, quanto nossas revistas digitais, possam auxiliar nas tomadas de decisões estratégicas das Indústrias de transformação de nosso país.

Clique no ícone na barra de acessos no topo da página e boa Leitura!

Vem aí a EXPOMAFE – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial no São Paulo Expo – na Imigrantes

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A EXPOMAFE — Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial, que será realizada de 09 a 13 de Maio de 2017, é a feira oficial do setor, comandada pelas entidades que representam os segmentos desta importante cadeia produtiva.

A inovação é a força propulsora que move a indústria de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial. A ABIMAQ, juntamente com a Informa Exhibitions, traz um novo conceito de feiras de negócios para a indústria com o lançamento da EXPOMAFE 2017. Utilizando sofisticadas ferramentas gerenciais, modernos modelos de comunicação e uma infraestrutura única na América Latina, a EXPOMAFE se configura como o ambiente ideal para acompanhar e alavancar o desenvolvimento da indústria de máquinas, equipamentos e acessórios, reunindo compradores do Brasil e do exterior, que buscam tendências e inovações para os diversos produtos, serviços e equipamentos em seu universo de atuação.

A feira será realizada no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center. Saiba mais sobre o mais moderno centro de eventos da América do Sul, que oferece 90 mil m² de área de exposição, clicando aqui.


REALIZADORES
                    

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos representa certa de 7.800 empresas dos mais diferentes segmentos fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais e está estruturada nacionalmente com a sede em São Paulo, 9 regionais e 1 escritório político em Brasília.

Muito além da representação institucional do setor, a ABIMAQ tem a sua gestão profissionalizada e as suas atividades voltadas para a geração de oportunidades comerciais para as suas associadas, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capcitação e recursos humanos e modernização gerencial.

A Informa Exhibitions acredita que eventos são plataformas de conhecimento e de relacionamento, que auxiliam a impulsionar a economia brasileira. A empresa é filial do Informa Group, maior organizador de eventos, conferências e treinamentos do mundo, com capital aberto e papeis negocionados na bolsa de Londres. Dentre os eventos realizados pela Informa Exhibitions no Brasil estão: Agrishow, Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, ForMóbile, FutureCom, ABF Franchising Expo, SerigrafiaSign e FEIMEC, num total de 24 feiras setoriais.

A empresa possui escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba, com cerca de 200 profissionais. Nos últimos quatro anos, a empresa investiu cerca de R$ 400 milhões no Brasil em aquisições de eventos e marcas, o que levou a decisão estratégica de alterar o nome da empresa no Brasil de BTS Informa para Informa Exhibitions. Para maiores informações, acesse aqui.

Interessante, este artigo da FIESP! É exatamente o que escrevi ontem: INDÚSTRIA 4.0 É QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA

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Certi e Claerq apresentam modelo de implantação do conceito em reunião na Fiesp

Graciliano Toni, Agência Indusnet Fiesp

Por que implantar a Indústria 4.0? Para que efetivamente se garanta a sobrevivência da empresa. A pergunta e a resposta foram formuladas nesta sexta-feira (12/8) durante reunião do Conselho Superior de Inovação e Competitividade da Fiesp (Conic) por Carlos Alberto Schneider, presidente do Conselho da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi). Ele fez apresentação em conjunto com Ronald Dauscha, presidente do Centro Latino-Americano de Inovação, Excelência e Qualidade (Claeq).

Schneider e Dauscha explicaram sua proposta para criar no Brasil uma iniciativa avançada em Indústria 4.0, a exemplo do que já têm Alemanha, China, Estados Unidos e França. Há vários movimentos de Indústria 4.0 no Brasil, explicou, com diferentes nomes. Citou oito – e também instituições que atuam em relação ao tema.

Dauscha destacou a estagnação brasileira em produtividade, o que é um desafio para a competitividade. Há necessidade de eficiência e de competitividade no mercado mundial, afirmou. Flexibilidade, inovação, sustentabilidade, produtividade e qualidade são as características que as empresas devem ter. Em todas essas frentes deve haver ganhos com a Indústria 4.0 – que, na definição de Schneider, é automação com uso do computador e com uma inteligência própria, com máquinas dotadas de sensores que lhes permitem decidir por mudanças nos processos.

Claeq e Certi propõem um processo chamado Rumo a I-4.0, que começa por um diagnóstico inicial em seis itens, já sabendo onde se quer chegar: planejamento estratégico; gestão da qualidade e processos; engenharia, pesquisa, desenvolvimento e inovação; logística e pós-venda; fornecedores; tecnologias para a Indústria 4.0.

Completado o diagnóstico, é iniciada a implementação, com novas rodadas periódicas para continuar o avanço. O programa Rumo a I-4.0 prevê três etapas.

Um ponto destacado na apresentação foi a mudança de perfil nos recursos humanos, com menos trabalho físico e mais trabalho intelectual, com necessidade forte de formação de CdO (cabeças de operação). RH, defenderam, é muito importante na Indústria 4.0.

Reunião do Conselho Superior de Inovação e Competitividade da Fiesp, com Indústria 4.0 entre seus temas. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

 

Schneider traçou o histórico das eras industriais, até chegar à Indústria 4.0. No novo paradigma da Fábrica 4.0, explicou, há um processo de automação em toda a fábrica e fora dela, incluindo os fornecedores, e em muitos casos, com interação com os clientes.

Tecnologias necessárias incluem a computação em nuvem, a Internet das Coisas, Big Data e outras, incluindo redes sem fio, RFID, virtualização (capacidade de rodar diferentes sistemas numa máquina). Fora isso, é preciso usar coisas como técnicas modernas de gerenciamento em todas as etapas do negócio, os preceitos de controle de qualidade total (QTC).

Dauscha explicou as razões para o lento avanço da Indústria 4.0 no Brasil e derrubou mitos. Não é complexa, não precisa ser implementada de uma vez, não é simples compra de tecnologia, nem todas as tecnologias estão maduras e disponíveis.

Sugere que as empresas parem, questionem e reflitam sobre, por exemplo, se há uma estratégia voltada à Indústria 4.0. Dauscha disse que se quisermos mudar de forma drástica a indústria brasileira, é preciso fazer algo semelhante ao que foi apresentado.

Vale do Silício

Na reunião, conduzida por Rodrigo Loures, presidente do Conic, André Cherubini Alves, diretor no Brasil e América Latina do Silicon Valley Institute for Business Innovation (SViBi), explicou que o programa é um projeto em construção, liderado por David Teece. É um instituto no Vale do Silício e um programa exclusivo para empresas com foco em inovação.

Seu objetivo é criar oportunidade de engajamento para empresas com interesse em inovação. Ideia é convidar equipes de até 3 pessoas responsáveis por pensar em inovação nas empresas. Elas devem ir em janeiro de 2017 para Mountain View, na Califórnia, para 3 dias de imersão. Depois as empresas se comprometem a criar e implementar ao longo de 12 meses um plano de inovação. Custa US$ 11.995.

O momento do Brasil, disse Alves, é de incerteza, de repensar as empresas, para reposicionamento e busca de novos mercados. Mais do que nunca é momento de pensar e agir, de levar a inovação para dentro das empresas.

Ao apresentar Cherubini Alves, Loures lembrou a importância de criar no Brasil ecossistemas de inovação de classe mundial. E ressaltou que o país vem perdendo competitividade.

Loures destacou também a necessidade de avançar na discussão de uma nova institucionalidade para a área de ciência e tecnologia no Brasil e apresentou um diagnóstico dos problemas do país na área. Em relação ao Conic, disse que há ausência de seus agentes em projetos ativos de inovação em empresas, escolas e movimentos. Pode ser um agente de mudança, disse, levando os demais atores a sair da zona de conforto. Para isso o Conic precisa criar uma estrutura, com participantes que integrem vários outros grupos relevantes na questão. Ronald Dauscha, presidente do Claeq, ficou encarregado de sistematizar a proposta, a ser apresentada ao Ministério das Comunicações, Ciência e Tecnologia.

Roberto Paranhos do Rio Branco, vice-presidente do Conic, e Paulo Bornhausen, conselheiro, também estavam na mesa principal da reunião.

Nova Pesquisa sobre dólar, produtividade, custos. Qual sua opinião?

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Durante esta semana, muitos assistiram a uma matéria do jornal da noite na Band, falando sobre o patamar atual do dólar, exportação, importação e mercado interno.

Parte desta matéria,foi filmada na Hexagon MI, onde fiz algumas colocações sobre o tema, porém obviamente, após a edição, apenas uma pequena parte foi para o ar, devido ao tempo disposto para a mesma.

Muitos parabenizaram pela colocação e alguns debates interessantes aconteceram, principalmente sobre o patamar atual do dólar de R$ 3,10 o qual gera um certo desconforto a indústria de transformação nacional.

Em um dos debates, até coloquei, que este é um tema que desde que iniciei minha carreira, (e já se passam mais de 30 anos neste ramo), as indústrias estão em constante queda de braço com o governo.

Obviamente, este é um ponto importantíssimo, pois o câmbio é um dos principais pilares da economia e competitividade industrial.

Porém, existem outros pilares, tão ou mais importantes que o próprio câmbio, que acabam muitas vezes sendo deixados para um segundo plano, pois no momento de alta do dólar, onde nos tornamos competitivos, não aproveitamos para melhorarmos nossa produtividade, salvo raras exceções. E são estas exceções, que inclusive continuam exportando fortemente mesmo com câmbio no patamar atual, pois descobriram que a produtividade pode e deve superar a volatilidade das moedas, e o melhor de tudo isso, melhorar nossa produtividade, não depende de governo, ou de riscos e acontecimentos externos e internos, e podemos fazer com investimentos baixos, passo a passo. Em minha palestra: A Industria 4,0 pode ser simples, mostro isso claramente, inclusive com exemplos de melhorias, testados e aprovados na célula de Manufatura-Inteligente, montada na Hexagon MI com alguns parceiros (o video da mesma encontra-se postado aqui na Manufatura-Inteligente).

Estes dias visitando um cliente, o mesmo me mostrou uma ferramenta de estampo, fabricada para o mercado interno e uma outra idêntica para exportação.  A diferença entre as mesmas era o aço e o preço, a manufaturada para exportação (Alemanha, no caso), é sempre produzida em aço especial, exigido pela indústria Alemã, o qual possui um custo altíssimo, e obviamente um preço final que passa de duas vezes, quando comparado com o produto voltado ao mercado interno.

Mas porque a exigência por tal material, se o mesmo tem um custo tão alto? A explicação é simples, a ferramenta fabricada com este aço, tem a capacidade de estampar 3 vezes ou mais, que a  fabricada com o aço comum, e aqui entra o aumento da produtividade, pois tal capacidade de estampar mais, com uma única ferramenta,  minimiza paradas de máquinas, tempo de trocas, burocracia de compras de novas ferramentas, etc, etc, etc. Ou seja, o mercado externo tem a melhoria da produtividade muita evidente em sua gestão, o que a torna muito mais competitiva. E, é este o ponto que insisto, nossa cultura precisa mudar imediatamente, precisamos parar de nos orientarmos por preço/custo. Quando perguntei porque não vendia a mesma ferramenta para o mercado interno, a resposta foi: Ninguém compra, pois o preço é muito mais alto que a ferramenta com aço comum. Percebem como não estamos no caminho da melhoria da produtividade?  

Cabe a nós, como consultores, gestores, empresários, “virarmos a chave”, a indústria 4.0 está ai, tendo justamente a tal produtividade, como principal benefício, não podemos mais admitir refugo e retrabalho como algo normal em nossas indústrias. Estudos mostram que o Brasil ainda se encontra na Industria “2.5” não chegamos sequer na “3.0”, e se continuarmos de braços cruzados, esperando apenas o câmbio melhorar, acabaremos com as indústrias Brasileiras, sem nehuma dúvida.

Porém, se iniciarmos imediatamente uma busca pela tal produtividade, e ai sim, aliada a um câmbio melhor, com certeza, vamos nos tornar o mais com maior crescimento mundial, pois capacidade é o que não nos falta.

Muitos não sabem, mas a China é o país que mais adquiriu equipamentos de alta tecnologia, e vem fazendo isso a anos, e ai vem a pergunta: Por que será que conseguiram se tornar a potência que são hoje?

Obviamente, existe todo um incentivo do governo local, e até mesmo um benefício cambial, criado pelos mesmos, mas as indústrias também se desenvolveram quanto a melhor produtividade.

Vale a pena pararmos um pouco e refletirmos melhor sobre o assunto. Temos feito nossa parte? vamos ficar sempre esperando um câmbio que nos favoreça? Será que isso irá acontecer um dia? Ou vamos fazer com que nossa indústria se torne competitiva, mesmo com um cambio a R$ 3,10 (frente ao dolar).

Sei que muitos pensam diferente, e por isso aqueles que quiserem debater, que tiverem outro ponto de vista, serão muito bem-vindos, podemos até criar um workshop sobre o tema, que tal?

A principio, através do Manufatura-Inteligente, criamos uma pesquisa para entendermos um pouco mais a situação, responda, vamos debater melhor tudo isso. O link da pesquisa está no rodapé de nossa página.

Abraço

Danilo Lapastini