Hexagon M.I. adquire a Apodius GmgH

Hexagon AB Acquires Apodius GmbH

Acquisition augments Hexagon Manufacturing Intelligence’s expertise in the measurement of composite materials

31 August 2016

Apodius-Media-Release
Hexagon AB, a leading global provider of information technologies that drive productivity and quality across geospatial and industrial enterprise applications, today announced the acquisition of Apodius GmbH, a start-up specialised in measurement solutions for fibre composite components.

Based in Germany, Apodius was founded in 2012 and serves original equipment manufacturers (OEMs) as well as suppliers in the automotive, aerospace, electronics and appliances industries with the development, production and integration of measurement solutions for carbon fibre.

Carbon composite materials are enablers for lightweight structures in various high-growth fields like aerospace, automotive and renewable energy. Furthering Hexagon’s strategy to expand its expertise and portfolio to support current and future manufacturing trends, the Apodius acquisition adds core capabilities to support the implementation of measurement solutions in multi-layered textile reinforced structures for extremely light, rigid and robust fibre composite components.

“The requirements for composite fibre inspection go beyond the classical dimensional metrology which Hexagon’s current offering provides,” said Hexagon Manufacturing Intelligence President Norbert Hanke. “Apodius’ solutions offer a perfect complement to our portfolio, in terms of technology and application expertise.” 

Apodius Co-CEOs, Alexander Leutner and Jonathan Roberz, added, “Providing highly-accurate positioning data, Hexagon’s solutions fit perfectly to our sensors. Furthermore, joining Hexagon is a great opportunity to bring our technology to composite production lines all over the world.”
About Hexagon Manufacturing Intelligence

Hexagon Manufacturing Intelligence helps industrial manufacturers develop the disruptive technologies of today and the life-changing products of tomorrow. As a leading metrology and manufacturing solution specialist, our expertise in sensing, thinking and acting – the collection, analysis and active use of measurement data – gives our customers the confidence to increase production speed and accelerate productivity while enhancing product quality.

Through a network of local service centres, production facilities and commercial operations across five continents, we are shaping smart change in manufacturing to build a world where quality drives productivity. For more information, visitHexagonMI.com.

Hexagon Manufacturing Intelligence is part of Hexagon (Nasdaq Stockholm: HEXA B; hexagon.com), a leading global provider of information technologies that drive quality and productivity across geospatial and industrial enterprise applications.

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    Segurança e Internet das Coisas. Já pensou nisso?

     – Por Ideval Munhoz

    Organizar a segurança industrial na era da Internet das Coisas (IoT) é uma tarefa bastante complexa, já que não existe uma única solução que atenda a todas as necessidades. A segurança total é tão irreal quanto o desejo de implementar medidas de segurança uma única vez e dar o problema por resolvido. A segurança continua sendo um alvo móvel e, por isso, as estratégias e medidas de segurança de TI precisam estar em constante desenvolvimento.
    Mesmo reconhecendo que não exista uma solução que solucione todos os problemas – internos e externos – de uma só vez, há uma série de medidas eficazes surgindo, envolvendo criptografia e autenticação. Ao que parece, a segurança torna-se mais eficiente à medida em que combinamos uma série de metodologias, tecnologias e produtos.
    Ao mesmo tempo, fabricantes de equipamentos, operadores de redes e provedores de software e serviços devem unir forças para o desenvolvimento de padrões comuns para o tráfego de dados na Internet das Coisas. Enquanto isso não acontece, seguem aqui alguns pontos que devemos ter em mente:
    A maioria das empresas tem espaço para criar infraestruturas seguras de TI. Mas atualmente apenas uma em cada quatro tem uma estratégia própria de segurança revista e atualizada com regularidade. No início da era da Indústria 4.0 é imprescindível que se conte com uma estratégia que cubra tanto a tecnologia como a segurança operacional;
    A implementação de qualquer estratégia de segurança deve ser baseada em uma análise de risco da infraestrutura e dos ativos da companhia. Essa análise vai determinar que riscos são aceitáveis e que metodologias, tecnologias e produtos a companhia deve implementar;
    Segurança da Internet das Coisas deve ser preventiva e proativa, seguindo uma abordagem integrada de desenvolvimento de processos e produtos que garanta a proteção da planta e da infraestrutura de TI em igual medida. No desenvolvimento de software, a segurança de TI começa com a primeira linha de código. Também é aconselhável a aquisição de hardware e software certificados;
    Uma arquitetura de segurança para a Indústria 4.0 deve ter em seu coração os princípios da abordagem de defesa em profundidade e contar com uma estrutura com vários estágios. Além disso, deve gerar visibilidade entre os funcionários, diretrizes para a segurança física de máquinas e instalações, um framework de segurança para a rede corporativa, protegendo computadores e equipamentos, e contar com regulamentos que vinculem autenticação de pessoas e máquinas.
    Nas interfaces externas das redes industriais, os pontos de acesso e de entrega tornam-se cada vez mais alvos de hackers que, ao atacar a segurança de TI, dirigem seus ataques à segurança operacional, muitas vezes passando despercebidos. Para prevenis esse tipo de ataque, devem ser estabelecidas ou ampliadas as funcionalidades de prevenção, detecção e reação;
    A criptografia do tráfego de dados, combinada com a autenticação de pessoas e máquinas, garante um alto nível de segurança. Por isso o desenvolvimento de organismos de certificação e de verificação de identidades ao longo da cadeira de valor é um pré-requisito fundamental para a colaboração nas redes industriais;
    As aplicações de Indústria 4.0 trazem com elas novos desafios de armazenamento para as empresas. Sensores inteligentes geram um volume enorme de dados que devem ser processados por programas de análise (análise preditiva, data mining etc.). Em muitos casos, isso torna indispensável o envolvimento de fornecedores externos, que precisam estar conectados à rede por meio de interfaces seguras. Para lidar com os requisitos de armazenamento e segurança, são recomendáveis plataformas como a Cloud of Things, que também podem controlar as máquinas e automatizar processos;
    Com seus processos automatizados, o conceito de Indústria 4.0 elimina a distinção entre produção e escritório para a TI. Para garantir a segurança, dos sensores às aplicações Office, é aconselhável reunir as responsabilidades pelos dois em um departamento que centralize o gerenciamento de segurança. Com a crescente fusão das redes corporativas com redes inteiras de criação de valor, cada uma com seus requisitos de segurança, torna-se mais importante coordenar medidas de segurança não apenas na empresa, mas também com parceiros e provedores de serviços;
    A Indústria 4.0 inaugura a conexão entre empresas e criação de redes de valor. Para criar cooperação neste nível, é necessária a criação de normas comuns que possibilitem o desenvolvimento de uma arquitetura de referência que possa descreve-las e implementa-las.
    Por Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil

    Carro elétrico é produzido com impressora 3D

    Carro elétrico é produzido com impressora 3D
    (07/12/2014) – A empresa alemã StreetScooter foi fundada em 2010 com o objetivo de desenvolver um carro elétrico que competisse com veículos convencionais em termos de preço, mas com desempenho, segurança e sustentabilidade realistas. O projeto StreetScooter foi desenvolvido pela Engenharia de Produção de Componentes de Mobilidade Elétrica (PEM) da Universidade de Aachen e utilizou a tecnologia de impressão 3D e de manufatura aditiva da Stratasys.
    Com peso em torno de 450 kg (1000 lbs), excluindo baterias, o StreetScooter C16 tem autonomia mínima de 100 km (80 milhas) e velocidade máxima de 100 km/h (60 mph), sendo assim um veículo ideal para a cidade. O modelo final do veículo foi projetado para o serviço de correios da Alemanha, o Deutsche Post AG, e sua versão van com capacidade de 4,3m3 para carga já entrou em operação.
    O veículo de curta distância foi construído através do Sistema de Produção 3D Multimaterial Objet1000, projetado para grandes formatos de peças plásticas exteriores, incluindo grandes painéis frontais e traseiros e das portas, sistemas de para-choques, saias laterais, para-lamas, máscaras dos faróis e outros componentes internos, como dispositivo de retenção do painel de instrumentos, além de componentes menores. Para as peças impressas em 3D foram utilizadas o material ABS Digital rígido da Stratasys, que permitiu à equipe de engenharia construir um protótipo de carro que apresentasse o mesmo nível de desempenho em ambientes de teste, comparado a um veículo fabricado com peças tradicionais.
    Durante o desenvolvimento do StreetScooter C16, o sistema de produção 3D Objet1000 foi utilizado para fazer protótipos, além de peças manufaturadas para uso final e ferramentas de produção nas etapas finais do desenvolvimento. A bandeja de construção gigante 1000 x 800 x 500 mm do sistema de produção 3D confere a capacidade de imprimir gama completa de componentes com até um metro de comprimento.
    Poucos aspectos do projeto StreetScooter são convencionais. Financiado por professores universitários e grandes fornecedores automotivos alemães, o StreetScooter reuniu mais de 80 empresas para trabalhar com “Grupos de Engenharia de Ponta” dedicados a diferentes áreas do desenvolvimento do StreetScooter.
    “A capacidade de produzir protótipos em escala natural, que têm o mesmo desempenho que peças finais, acelerou os testes e a verificação do design, permitindo que trouxéssemos um carro elétrico para o mercado em apenas 12 meses – algo que seria inimaginável apenas com a fabricação tradicional”, disse Achim Kampker, professor de gerenciamento de produção da Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade de Aachen.
    “Com a tecnologia de impressão 3D multimaterial avançada, os veículos podem ser facilmente customizados para clientes específicos, nos permitindo fazer projetos com dinamismo”, acrescenta Kampker. “Esses carros podem ser desenvolvidos da estaca zero e ficar prontos em apenas alguns meses e não em anos, como ocorre com processos tradicionais de produção automotiva. O projeto StreetScooter nos mostrou como uma abordagem completamente nova para o design e a produção de veículos é possível com a impressão 3D”.
    Fonte: site usinagem Brasil

    Indústria 4.0 projeta as fábricas inteligentes do futuro

    chamada “quarta revolução industrial” conecta máquinas, sistemas e pessoas nos processos de produção industrial, elevando a personalização dos produtos e permitindo o uso mais eficiente de Recursos.
    A completa digitalização e interconexão dos processos de produção industrial, desde o controle de matérias-primas até a logística de distribuição dos produtos, é o que ambiciona o projeto Indústria 4.0 na Alemanha.
    O conceito foi apresentado pela primeira vez em 2011, na Feira de Hannover, como parte da estratégia de alta tecnologia do governo alemão. O nome é uma referência à quarta revolução industrial representada pelo projeto.
    A Indústria 4.0 reorganiza a cadeia produtiva, conectando máquinas e pessoas nas chamadas smart factorys. Elas são altamente adaptáveis aos processos e às necessidade de produção, além de usar os recursos de forma mais eficaz. O estoque de matérias-primas, por exemplo, pode ser facilmente controlado, dentro de uma produção totalmente integrada e conectada.
    “É como um serviço de ofertas em que tudo é feito sob medida”, disseram à DW Brasil membros da Associação dos Fabricantes de Eletroeletrônicos da Alemanha (ZVEI, na sigla em alemão). A Indústria 4.0 permite que o cliente se conecte à linha de produção, facilitando a encomenda de produtos individualizados, mesmo numa linha de produção de massa.
    Mais de 75% das indústrias associadas à ZVEI já começaram a implementar algumas das premissas da Indústria 4.0. O orçamento do governo alemão para o projeto é de 200 milhões de euros.
    “Numa fábrica inteligente, o processo de produção é totalmente digitalizado e conectado em rede, ultrapassando as fronteiras geográficas. A automação cria uma interface muito importante, com um sistema de monitoramento autônomo e inteligente”, afirmam os especialistas da ZVEI.
    A Alemanha já desempenha um papel de liderança no uso intensivo de softwares na indústria automotiva, como os sistemas ciberfísicos (CPS), sensores que “dizem” às máquinas como elas devem funcionar, dentro de um sistema descentralizado sem fio e que usa computação em nuvem. Os processos de produção e logística são integrados em computadores de tecnologia avançada.
    Fonte: noticias.terra.com.br